O nome "Águas de Santa Bárbara" só foi oficializado no dia 1 de junho de 1978 e reuniu em uma única expressão todas as principais características da cidade: a devoção à Santa, a água que brota do seu solo (que chegou a ser considerada milagrosa) e os importantes rios que cortam seu território.

No século XIX as famílias de Pedro Dias Batista e Marques do Vale, vieram do Estado de Minas Gerais para as terras do Vale do Rio Pardo trazendo consigo muitos escravos. Tomaram posse de vasta área territorial ao longo do Vale, iniciaram a derrubada da mata enfrentando índios selvagens e deram início a fundação da Freguesia de Santa Bárbara.

Naquela época todo o pessoal já fazia uso da água de uma fonte conhecida como "Poço Quente" ou "Água Virtuosa", devido à caloria da água e seu efeito terapêutico.

Conta-se que os escravos iam ali lavar as feridas oriundas das chicotadas, frieiras dos pés, lavavam também feridas do lombo dos cavalos e burros (provocadas pelos arreios) que logo cicatrizavam. Antigos moradores daqui dizem que seus avós presenciaram esses fatos e que também nas proximidades das fontes haviam muletas jogadas, isso porque, os escravos tomados pelo reumatismo, usavam-nas para vir até a fonte, lá se banhavam, e com o tempo saravam, deixando ali o madeiro.

No final do século passado, as duas famílias fundadoras do povoado, proprietários desta grande área, doaram para a Mitra Diocesana de Botucatu, um gleba de terras no local da Freguesia de Santa Bárbara.

Passados alguns anos, o Bispo de Botucatu, contratou o Engenheiro Constantino Mosca, residente em São Paulo, a fim de lotear toda essa área e depois vender os lotes aqueles que já possuíam aqui suas casas. Ao ver o movimento de pessoas vindas de outras regiões a procura daquela água, Constantino Mosca pediu que a forma de pagamento de seu trabalho, seria a reserva de um lote de terras, com a área de um (1) alqueire em torno do "Poço Quente".

De posse do terreno, levou para São Paulo a água e mandou analisá-la. Posteriormente trouxe para cá especialistas que também fizeram análise "in loco", e constatou-se ser água mineral. Um deles, muito entusiasmado exclamou: "esta é a melhor água do mundo!". Em 1938, o interventor do Estado, Dr. Adhemar de Barros, compra a área do balneário, passando-a para o Patrimônio Público do Estado. Em 1963, o Governo do Estado inicia a construção do atual Balneário dotado de banhos de imersão, saunas e duchas escocesas.

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